Super Mama Djombo nasceu em 1974, em pleno período da independência, formado por antigos escuteiros que cantavam para os combatentes do PAIGC. O nome é uma homenagem a um espírito protetor invocado pelos guerrilheiros nas matas do Sul.
Tornou-se a banda da independência, cantando em crioulo e fundindo gumbe, ritmos mandinga, balanta e bijago com sonoridades modernas (guitarras eléctricas, sopros, percussões).
Nos anos 1980, álbuns como 'Festival' e 'Na Cambança' fizeram de Super Mama Djombo um dos grupos mais influentes da África Ocidental. Encheram estádios em Bissau, Dakar, Lisboa e Paris.
Depois de um período de pausa, o grupo voltou aos palcos a partir dos anos 2000 e continua a representar internacionalmente a alma musical da Guiné-Bissau, com novas gerações de músicos.
Banda sonora da Guiné-Bissau independente. Embaixadora cultural do país e referência viva do gumbe.
